sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sumiu a placa do Pessuti, falta sumir as outras

Via Cícero Cattani – Na esteira do “sumiço” da placa (aliás, exagerada e despropositada) do Pessuti no novo Iguaçu, o governador Beto Richa bem que podia aproveitar a repercussão para proibir placas de bronze ou outras em quaisquer obras que venha a inaugurar. Tem de se levar em conta a necessidade de placa com a cronologia das intervenções em uma obra de interesse histórico, ao longo do tempo e em que período se deram. Como é o caso do Iguaçu.
É justo que o governante deixe algum marco da sua administração, mas de maneira discreta e barata. Quando prefeito, Richa estabeleceu o brasão oficial de Curitiba como símbolo impessoal das administrações, proibindo quaisquer outros sinais gráficos. Que faça o mesmo como governador e vede o exagero das placas de inaugurações. Principalmente, às de obras inacabadas, como a “reinaguração” do Palácio Iguaçu, com pompa e circunstância, por Orlando Pessuti.
A placa de bronze do Pessuti que tenha destino à Provopar, para ser fundida e convertida em dinheiro.

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