sábado, 16 de novembro de 2013

Mídia e Barbosa fazem espetáculo com prisões de réus da AP 470

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Velha mídia golpista e Barbosa estiveram em conluio desde início do julgamento da Ação Penal 470; prova disso, ontem, Veja antecipou na capa decisão que o presidente do STF tomaria mais tarde sobre prisões de réus condenados; marcha à ré na história do Brasil recria a figura de presos políticos, tão comuns na ditadura militar que atravessou as décadas de 60, 70 e 80; PT e PCdoB classificaram prisões como golpe político do judiciário, haja vista que os presos não tiveram direito à ampla defesa e foram condenados sem provas.
Velha mídia golpista e Barbosa estiveram em conluio desde início do julgamento da Ação Penal 470; prova disso, ontem, Veja antecipou na capa decisão que o presidente do STF tomaria mais tarde sobre prisões de réus condenados; marcha à ré na história do Brasil recria a figura de presos políticos, tão comuns na ditadura militar que atravessou as décadas de 60, 70 e 80; PT e PCdoB classificaram prisões como golpe político do judiciário, haja vista que os presos não tiveram direito à ampla defesa e foram condenados sem provas.
A espetacularização nas prisões dos réus na AP 470 (mensalão, segundo a velha mídia) neste feriadão já estava no script. Seguiu o ‘modus operandi’ do julgamento no STF, de Joaquim Barbosa, que foi televisionado durante 4 meses em pleno processo eleitoral de 2012.
Barbosa deu ontem (15) marcha à ré na história do Brasil ao recriar a figura de presos políticos, tão comuns na ditadura militar que atravessou as décadas de 60, 70 e 80. “Parece história repetida”, escreveu com exclusividade ao blog o deputado Zeca Dirceu (PT-PR), filho do ex-ministro José Dirceu, um dos 12 que foram “recolhidos” a mando do presidente do STF.
É difícil a sã consciência não reconhecer que os barões da mídia estão mancomunados com aquela “corte de exceção de Nuremberg” — o tribunal de execução de condenados na Alemanha nazista de Hitler.
PT e PCdoB classificaram a decisão de Barbosa como golpe político do judiciário contra os réus, que não tiveram direito à ampla defesa e foram condenados sem provas.
A velha mídia regozija-se de Norte a Sul, de Leste a Oeste do país com a execução das penas. Para ela, as imagens dos réus se entregando na Polícia Federal não têm preço.
Agora vem a pergunta que não quer calar: Joaquim Barbosa, STF, e a udenista mídia agora vão ter o mesmo ímpeto no caso do mensalão tucano? Terão a mesma combatividade no caso do propinoduto tucano nos trens dos metrôs em São Paulo? Duvido. Dois pesos, duas medidas.
A caça é ao PT, ao governo, a Lula e Dilma, enfim, é contra a distribuição de renda e as mudanças em curso no país.

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