
Henrique
Pizzolato, de Toledo (PR), atrapalhou a festa de Joaquim Barbosa;
ex-diretor de marketing do Banco do Brasil fugiu para a Itália, onde
pretende campanha pela liberdade dos “presos políticos” condenados pelo
STF; PF acionou a Interpol, mas é mais fácil sargento Garcia prender o
Zorro do que italianos extraditar o ítalo-brasileiro Pizzolato; água no
chope deixa “obra” de Barbosa incompleta, com gosto de derrota; caso do
italiano Cesare Battisti, que o Brasil se recusou extraditar, pesa na
decisão da reciprocidade italiana de manter Pizzolato livre, leve e
solto.
Pizzolato avisou que vai pedir asilo político no país da bota, pois o fato de ser um ítalo-brasileiro facilita as coisas para ele. Em carta, o fugitivo explicou os motivos do “olé” em Barbosa:
“Por não vislumbrar a mínima chance de ter julgamento afastado de motivações político-eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália”.
No começo desta noite, a PF informou que acionou a Interpol para prender Pizzolato. Você, caro leitor, sabe quando isso vai acontecer? Quando sargento Garcia prender o Zorro…
A Itália não extradita cidadãos com dupla cidadania. Também não julga crimes cometidos em outros países que não impactam internamente.
Para deixar ainda mais incompleta a “obra” de Barbosa, uma informação importante: o caso do italiano Cesare Battisti, que o Brasil se recusou extraditar, pesa na decisão da reciprocidade italiana de manter Pizzolato livre, leve e solto.
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