segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Gleisi Hoffmann: “Definição sobre eleição e conversa sobre campanha cabem a 2014″

Alvo de especulações dentro do próprio PT, Gleisi desconversa sobre candidatura ao governo do Paraná: “Definição sobre eleição e conversa sobre campanha cabem a 2014, não agora”, disse ela ao G1 Brasília, neste domingo (8); Requião, que também está de olho no Palácio Iguaçu, aposta que a ministra vai "amarelar" e ele já pede que os petistas lhe indiquem um vice para sua chapa; pelo sim pelo não, o presidente estadual do PT, Enio Verri, afirmou ontem (7), durante evento de posse no partido, que a agenda de Gleisi Hoffmann será intensificada a partir de janeiro de 2014.
Alvo de especulações dentro do próprio PT, Gleisi desconversa sobre candidatura ao governo do Paraná: “Definição sobre eleição e conversa sobre campanha cabem a 2014, não agora”, disse ela ao G1 Brasília, neste domingo (8); Requião, que também está de olho no Palácio Iguaçu, aposta que a ministra vai “amarelar” e ele já pede que os petistas lhe indiquem um vice para sua chapa; pelo sim pelo não, o presidente estadual do PT, Enio Verri, afirmou ontem (7), durante evento de posse no partido, que a agenda de Gleisi Hoffmann será intensificada a partir de janeiro de 2014.
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná pelo PT, em entrevista à repórter Juliana Braga, do G1 Brasília, neste domingo (8), afirmou que a “definição sobre eleição e conversa sobre campanha cabem a 2014, não agora”.
Os próprios dirigentes e militantes petistas têm especulado no Paraná a possibilidade de Gleisi “pipocar” no processo eleitoral de 2014, embora a agenda da ministra tenha sido vitaminada no estado nas duas últimas semanas.
O presidente do PT do Paraná, deputado estadual Enio Verri, reempossado ontem (7) em Curitiba, em seu informe, disse que a agenda de Gleisi será intensificada a partir de janeiro de 2014.
A falta de assertividade da ministra tem dado margem a essas especulações. O senador Roberto Requião (PMDB), por exemplo, na semana passada, avaliava que a petista poderia “amarelar”. O senador, que já governo o estado por três ocasiões, citou uma fonte ligada à presidenta Dilma.
Nessa guerra de informação e contrainformação na trincheira de oposição ao governador Beto Richa (PSDB), o PT ofereceu a vice na chapa de Gleisi ao PMDB. Furioso, Requião deu o troco oferecendo a sua vice para o PT.

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