Vanhoni e Luizão, da corrente CNB, podem
protagonizar uma das mais “emocionantes” batalhas pelos votos da região
metropolitana de Curitiba rumo à Câmara Federal; outro que corre por fora é o
sindicalista Denílson Pestana.
O deputado federal Ângelo Vanhoni é tido como um dos possíveis puxadores
de voto na chapa proporcional do PT em 2014. Estima-se que ele vá liderar o
batalhão de frente, haja vista seu trabalho na Câmara com o Plano Nacional de
Educação (PNE) e em virtude de espaços que abriu na administração do prefeito
Gustavo Fruet (PDT), em Curitiba.
Paralelamente, surgem
novos nomes dentro do partido que não chegam a ameaçar a “supremacia” de
Vanhoni, mas que podem dar pequenas abocanhadas em votos em áreas que são consideras
de sua influência na Grande Curitiba. Um desses é o presidente da Assomec
(Associação dos Municípios da Região Metropolitana) e prefeito de Pinhais,
Luizão Goulart, cuja aprovação de sua administração bate a casa dos 95%.
Outro que pode dar
uma beliscada nesses votos “vanhonistas” é o líder sindical Denílson Pestana,
presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST)
— uma dissidência da CUT abrigada dentro do próprio PT.
Em comum, Vanhoni,
Luizão e Denílson têm o fato de pertencerem à mesma corrente majoritária
Construindo Um Novo Brasil (CNB) que comanda o partido na capital e no estado.
Embora não admitam
publicamente, os petistas já vêm travando internamente uma cruenta batalha pela
Câmara Federal. O PT espera ampliar de cinco atuais para sete deputados
federais na legislatura que começará em 2015.

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