Beto Richa ofereceu um banquete no Palácio Iguaçu, ontem à noite, a seleto grupo, que se assemelhou ao baile da Ilha Fiscal — a última grande festa antes da queda da monarquia com a Proclamação da República Brasileira em 15 de novembro de 1889; festerê tucano foi marcado pela extravagância e luxo; custo da orgia pantagruélica daria para pagar os devidos aos professores e botar gasolina nas viaturas da PM.
O banquete oferecido pelo tucano ontem à noite se assemelhou ao baile da Ilha Fiscal, a última grande festa da monarquia antes da Proclamação da República Brasileira em 15 de novembro de 1889.
Enquanto os bacanas monarquistas de antanho degustavam camarões, caviar, vinhos e champagnes importados, no mundo real, os republicanos conspiravam para derrubá-los do poder.
Tal qual o baile da Ilha Fiscal, o festerê no Palácio Iguaçu foi marcado pela extravagância e luxo. O dinheiro gasto na orgia pantagruélica daria para pagar os devidos aos professores e botar gasolina nas viaturas da PM. No mínimo.
Sobre o histórico baile da Ilha Fiscal, na Baia da Guanabara, se escreveu: “Dançou-se muito no baile da Ilha Fiscal, mas o que os convidados não imaginavam, nem o imperador D. Pedro II, é que se dançava sobre um vulcão”.

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