Por unanimidade, professores e funcionários de escolas levantam o cartão vermelho para a dupla Arns e Richa durante assembleia da APP-Sindicato; em fevereiro, no início do ano letivo, educadores vão promover campanha de desobediência civil ao implantar, na marra, os 33% de hora-atividade dentro das 2,1 mil escolas da rede pública estadual; os tucanos vêm descumprindo a Lei Nacional do Piso do Magistério e aplicando sucessivos calotes na categoria, que reclama R$ 80 milhões de atrasados.
Segundo comunicado da APP-Sindicato, professores e funcionários das 2,1 mil escolas da rede pública estadual não aceitarão mais uma vez o descumprimento da Lei que estabelece os 33,3% e o não pagamento dos avanços atrasados. A entidade sindical calcula que o governo tucano lhe aplica calote de cerca de R$ 80 milhões.
A APP-Sindicato, concretamente, vai destituir o secretário da Educação, Flávio Arns e o governador Beto Richa, ao fazerem valer a Lei na marra. Dentro das escolas, eles continuarão a ter o comando do estado de “direito”, mas não de “fato” a partir do início das aulas.
Os tucanos Arns e Richa, em tese, concordam com a pauta dos educadores, entretanto, não a encaminha como combinado nos cafezinhos.

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