
Em entrevista ao jornalista Ivan Santos, do portal Bem Paraná, Orlando Pessuti calcula que tem votos suficientes para derrotar o senador Roberto Requião na convenção do PMDB pela disputa da candidatura própria; ex-governador alivia para o governador Beto Richa a quem exime de culpa pela atual crise financeira do estado; Pessutão atribuiu o caos administrativo e de caixa às ações do governo Lerner, que, segundo ele, vendeu o Banestado, abriu o capital da Copel e Sanepar, além ter antecipado royalties da Itaipu; também diz que não perseguição do governo federal ao Paraná; ou seja, peemedebista acende uma vela para Deus e outra para o diabo, ao mesmo tempo; leia.
Pouco mais de três anos depois, os dois disputam a vaga de candidato do PMDB ao governo para 2014, em um partido dividido, que flerta ainda com o apoio à reeleição do atual governador Beto Richa (PSDB), ou uma aliança com o PT da ministra Gleisi Hoffmann. Pessuti garante ter maioria para bater Requião na convenção, com o apoio dos deputados estaduais e federais da sigla. E apesar de admitir que a briga pode prejudicar a candidatura do partido ao governo, diz estar convicto de que com o PMDB no páreo, a disputa fatalmente irá para o segundo turno.
Em entrevista ao Bem Paraná, o ex-governador relata os bastidores do rompimento com Requião e diz porque tem certeza de que pode chegar a esse segundo turno, caso seja escolhido pelo partido.
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