segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Pessuti afirma que tem maioria para derrotar Requião no PMDB

por Ivan Santos, no Bem Paraná
Em entrevista ao jornalista Ivan Santos, do portal Bem Paraná, Orlando Pessuti calcula que tem votos suficientes para derrotar o senador Roberto Requião na convenção do PMDB pela disputa da candidatura própria; ex-governador alivia para o governador Beto Richa a quem exime de culpa pela atual crise financeira do estado; Pessutão atribuiu o caos administrativo e de caixa às ações do governo Lerner, que, segundo ele, vendeu o Banestado, abriu o capital da Copel e Sanepar, além ter antecipado royalties da Itaipu; também diz que não perseguição do governo federal ao Paraná; ou seja, peemedebista acende uma vela para Deus e outra para o diabo, ao mesmo tempo; leia.
Em entrevista ao jornalista Ivan Santos, do portal Bem Paraná, Orlando Pessuti calcula que tem votos suficientes para derrotar o senador Roberto Requião na convenção do PMDB pela disputa da candidatura própria; ex-governador alivia para o governador Beto Richa a quem exime de culpa pela atual crise financeira do estado; Pessutão atribuiu o caos administrativo e de caixa às ações do governo Lerner, que, segundo ele, vendeu o Banestado, abriu o capital da Copel e Sanepar, além ter antecipado royalties da Itaipu; também diz que não perseguição do governo federal ao Paraná; ou seja, peemedebista acende uma vela para Deus e outra para o diabo, ao mesmo tempo; leia.
Depois de oito anos como vice de Roberto Requião no governo, Orlando Pessuti rompeu com seu ex-companheiro de chapa e de partido ao assumir o comando do Palácio Iguaçu em abril de 2010, e desde então os dois não mais se falaram. Pessuti garante que foi Requião que rompeu relações com ele, porque não queria que ele governasse o Estado para continuar mandando mesmo depois de deixar o cargo.
Pouco mais de três anos depois, os dois disputam a vaga de candidato do PMDB ao governo para 2014, em um partido dividido, que flerta ainda com o apoio à reeleição do atual governador Beto Richa (PSDB), ou uma aliança com o PT da ministra Gleisi Hoffmann. Pessuti garante ter maioria para bater Requião na convenção, com o apoio dos deputados estaduais e federais da sigla. E apesar de admitir que a briga pode prejudicar a candidatura do partido ao governo, diz estar convicto de que com o PMDB no páreo, a disputa fatalmente irá para o segundo turno.
Em entrevista ao Bem Paraná, o ex-governador relata os bastidores do rompimento com Requião e diz porque tem certeza de que pode chegar a esse segundo turno, caso seja escolhido pelo partido.

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