
Crise financeira aguda no governo impõe “dieta” de voos a Richa, que trocou jatos e helicópteros oficiais pelos voos comerciais; neste final de semana, governador do PSDB voou de Londrina a Curitiba pela TAM, o que retrata gravidade do problema no caixa do estado; jornal Folha de S. Paulo, nesta segunda, relata o aprofundamento da agonia tucana; deputado Elton Welter, líder da oposição, afirma que o governo não tem como garantir pagamento de salários aos 230 mil servidores a partir de 2014.
A crise no governo Beto Richa (PSDB) ganha repercussão nacional. Nesta segunda (16), a Folha de S. Paulo traz reportagem da jornalista Estelita Hass Carazzai sobre calote em fornecedores e funcionários públicos estaduais.
A própria gestão do PSDB considera que a situação é de “sufoco” e a oposição liderada pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), e pelo senador Roberto Requião (PMDB), exploram a “má gestão” de Richa.
A situação caótica no Paraná inclui construções de rodovias paralisadas, diversas viaturas policiais paradas por falta de combustível, sem conserto em oficinas, e até obras da Copa afetadas.
A dívida é de R$ 700 milhões. O orçamento anual, de R$ 29 bilhões. Ou seja, o Estado deve cerca de 30% das despesas mensais.
Graças à liberação de parte de empréstimo de R$ 815 milhões do Banco Mundial (Bird), o governo do estado conseguirá pagar o 13º salário do funcionalismo. Na Assembleia Legislativa do Paraná, apesar do otimismo do Palácio Iguaçu, o deputado Elton Welter (PT), líder da oposição, diz que Richa não tem como garantir os salários dos cerca de 230 mil servidores a partir de 2014.
No sábado (14), o governador Beto Richa participou da 22ª edição das 500 Milhas de Londrina. Ele teve problemas com o carro ao longo da prova e terminou em 25º lugar. É quase o mesmo desempenho registrado pelo Ibope nesta sexta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário