segunda-feira, 18 de julho de 2011

Queria ser freira…


De Aroldo Murá G. Haygert
…foi do PCdoB e agora é ministra de Dilma
Uns a chamam de “alemãzinha”, uma maneira carinhosa, sem preconceitos, de identificar a loura “mignon”, pequena, neta de Bertoldo – este, sim, um autêntico germânico. É integralmente curitibana. Filha de uma família de classe média “mais para baixa”, como ela se reporta às suas origens, Gleisi Hoffmann deveria chamar-se Grace, em homenagem à princesa Grace Kelly, de Mônaco. O cartorário, com “criatividade”( ou relaxo, muito comum entre registradores civis), transformou-a em Gleisi. E assim ficou.
Aos 14 anos queria ser freira. Era aluna do Colégio Nossa Senhora da Esperança, das irmãs Bernardinas, que fica ao lado do Colégio Medianeira, dos jesuítas, em Curitiba. Os pais disseram um “não” solene, e como a vocação carecia de solidez, a menina partiu para o ensino médio do Medianeira ampliando o que já vinha fazendo: militância social.
Gleisi foi boa aluna, mas tinha os olhos fincados em realidades sociais, como a favela que ela e sua turma atendiam com ajuda material e orientações diversas para o dia-a-dia das famílias.
Leia o artigo completo no site da Revista Ideias.

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