quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Caso de Colombo pode azedar relações do governo com o PMDB



Caiu como uma pedra no estômago dos peemedebistas. O deputado Nereu Moura perdeu as estribeiras. A cooptação da ex-prefeita e ex-deputada por Colombo, Beth Pavin, pelo PSDB, pôs seus antigos companheiros de maus bofes.
A senhora Pavin sempre foi súdita leal de Requião, a quem prestou vassalagem durante toda a sua vida. Agora, com a mudança de governo, procura outro amparo. O PSDB está em franca expansão, como soi acontecer com todos os partidos que chegam ao governo. Vai recolhendo os escolhos que restaram do PMDB que perdeu eleição ao apoiar Osmar Dias.
O convite a Beth Pavin foi feito por Valdir Rossoni, líder do PSDB que também cresce na região e procura assentar bases para o seu projeto de um vôo em eleição majoritária. Mas Rossoni faz o que qualquer dirigente partidário faria nessas circunstâncias. Rossoni, que tranferiu seu título de eleitor para Curitiba, está em ascenção e expande seus domínios em Curitiba e Região Metropolitana que concentra o maior número de eleitores no Paraná.
O problema de caráter, diz Moura, é de quem chuta o balde no qual se servia. Lembra que Pavin era habitué da granja do Canguiri e costumava fazer declarações de amor eterno ao PMDB e a Requião.
A benção do PSDB a Beth Pavin também distancia o prefeito J Camargo, que sempre apoiou Beto Richa e que se surpreendeu com a cooptação de sua maior adversária local.

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