“Maringá não tem colônia penal para que eles cumpram a pena em semiaberto. Nesse caso, cabe agora ao juiz decidir como executar a pena aos dois. É uma vitória importante pela grande dificuldade que se tem de levar casos como estes até o final”, disse o advogado da família da vítima, Avanilson Alves Araújo.
Além de serem acusados pelo homicídio, os dois PMs também foram acusados de fraude processual, por terem colocado uma arma de fogo ao lado do corpo para simular reação.Rodrigo Aparecido Sales Rodrigues, 21 anos, foi morto após ter cometido um assalto. Os policiais alegaram que houve troca de tiros e que agiram em legítima defesa. No entanto, oMinistério Público (MP) defende que o jovem estaria desarmado, sendo baleado embaixo de uma cama, sem chance de reagir.
Os policiais ainda podem recorrer da sentença. O advogado dos réus não foi encontrado pela reportagem da Gazeta Maringá para comentar a pena e se eles irão recorrer.
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