sexta-feira, 25 de maio de 2012

PHS cobra dízimo de candidatos

O secretário nacional do PHS, Eduardo Machado, percorre o país a cobrar dízimo dos candidatos a vereador, vice e prefeito. Em troca, a confirmação da candidatura. Eduardo Machado é Secretário do Governo de Goíás – onde Cachoeira está atolado em denúncias.
No Leia Mais o e-mail do Presidente de Honra Phillip Guedon, que é totalmente contra.
Caros Companheiros e Companheiras,
Apresento-me: Philippe Guédon, de Petrópolis/RJ. Sou o filiado nº 1 do PSN que virou PHS. Por discordar, democraticamente, dos rumos que o Partido tomou desde 22 de janeiro de 2.011 (Convenção Nacional de São Luís do Maranhão), exerço o meu direito/dever de livre expressão e analiso fatos que julgo importantes.
A Resolução nº 001/2012, de Maringá, obrigando – sem exceções – ao pagamento de elevadas somas, de acordo com tabelas de população das Cidades (em verdade, Municípios, erro grave), para aquisição de um DVD que trata de campanhas e auto-estima e não de administração pública ou de ética, me ofende. E não sou o único a reagir assim.
Respeitando o direito de livre arbítrio de cada qual, mas diante da iminência do ultimato de intervenção junto aos “inadimplentes”, permito-me sugerir aos que não aceitam ou NÃO PODEM pagar as elevadas quantias, que adotem três providências:
a – remetam, com protocolo, cópia da Resolução ao MP Eleitoral de sua Comarca, para conhecimento e prévia informação da anunciada intervenção que vejo como indevida;
b – convoquem as suas Convenções Eleitorais para o dia 30.06, dando o máximo tempo possível para a volta ao bom-senso, e informem a Justiça Eleitoral sobre a convocação, com protocolo;
c – aguardem os acontecimentos.
Vamos admitir que, nas próximas semanas, um sopro de bom-senso ventile as mentes dos atuais dirigentes do PHS. Vocês estarão em condições de dar marcha-a-ré com mais facilidade. Avisaram sobre a possível causa da intervenção, e convocaram, no pleno exercício de seus mandatos, as suas Convenções. Mesmo se a Regional determinar as intervenções, sobra espaço para a reconsideração e a volta ao statu quo ante. O que traduzimos por “ficaria tudo como dantes, no quartel de Abrantes”.
São sugestões indolores, de quem não tem bola de cristal. Pode não soprar nada, e as Municipais terão sido tratoradas. Como, neste momento, é o que vai acontecer mesmo, por decisão da qual não participei, esta sugestão tem o mérito de estender o prazo do “ultimato”, de fato, até 30 de junho, tentando não jogar fora todo o belo trabalho feito até aqui. Contra-indicações? Não vejo, salvo se alguém vier a considerar o exercício do contraditório como um ilícito. Mas eu o vejo como direito constitucional inalienável.
Apesar de tantas coisas feias a que assisti na minha vida, sobretudo nos últimos tempos, acredito nas pessoas. A esperança é a última que morre e a fé não morre nunca. Ventos soprarão, e de popa. Para o bem de todos e felicidade geral da Nação.
Fraternalmente,
Philippe Guédon

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